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04
Jun 20

Cassemiro Turkiwcz – Uma história de cooperação




O cooperativismo é mais que um sistema econômico; é um modelo de organização que preza por valores humanos, como a solidariedade e a responsabilidade. Quando o cooperativismo é colocado em prática no agronegócio, promove-se o desenvolvimento de técnicas agrícolas e pecuárias e o avanço no beneficiamento, industrialização e venda de alimentos que chegam até a mesa das famílias. No entanto, o impacto da cooperação não acontece apenas em nível macro, mas alcança cada produtor que a ela se associa.

Nesta série, conheça a história de três produtores associados à Capal que encontraram no cooperativismo um caminho para o desenvolvimento próprio, além de contribuir para o fortalecimento da Cooperativa.

Cassemiro Turkiwcz é um dos mais de 3 mil associados da Capal. No entanto, sua história teve início em 1985, quando começou a trabalhar na propriedade do senhor Lucas Salomons, em Arapoti. Cassemiro conta que vem de uma família humilde e desde a infância trabalhou na roça; mas foi através da formação, um dos princípios do cooperativismo, que ele se tornou produtor rural por profissão. “Minha mãe trabalhava como doméstica para o senhor Lucas. Ele e a esposa dele me incentivaram a fazer o curso de técnico agrícola. Depois, comecei a trabalhar com ele na suinocultura”, lembra. Anos mais tarde, passou a atuar também na agricultura.

O agricultor lembra do exemplo do senhor Lucas Salomons com respeito e consideração, e o descreve como “100% cooperativista”; conta ainda que o patrão nunca admitiu fazer as transações da propriedade fora da Capal. “Ele foi o exemplo maior como cooperado, porque além de ser funcionário, eu me tornei e continuo cooperado. Eu adquiri esse espírito cooperativista do senhor Lucas, porque admirava sua forma de trabalhar”, relata.

Atualmente, Cassemiro trabalha na propriedade de um dos filhos do patrão, além de cultivar a própria lavoura nos 90 hectares de terra que conquistou. “A partir de 2015, o Cassemiro começou a trabalhar para mim, depois que meu pai se aposentou”, conta o cooperado Hendrik Salomons. “Como ele conseguiu comprar um pedaço de terra ao longo dos anos que foi administrador do meu pai, ele, além de ser assalariado meu, também é parceiro na propriedade, pois as terras dele fazem parte desta parceria”, explica. Isso permite que o produtor se dedique mais à parte administrativa e financeira do negócio, enquanto Cassemiro foca na parte prática.

Rigor na técnica – Uma das marcas do trabalho de Cassemiro Turkiwicz como agricultor é a parceria com o Departamento de Assistência Técnica (DAT) da Capal na programação de safra e definição da aplicações e manejo.  “Sempre a gente procura seguir as orientações técnicas, que são 100% da Capal. Para tomar as decisões a gente conversa, mas procuramos fazer o que é recomendado”, afirma. A engenheira agrônoma Andreia Piati Rodrigues aponta que o agricultor adota boas práticas como a rotação de culturas, que contribui na manutenção do solo e no controle de doenças das plantas, e o refúgio agrícola, que também atua no combate às pragas. “Ele tem consciência sobre o manejo”, pontua a agrônoma.

A adoção dessas técnicas se baseia no planejamento e na visão de médio prazo. “A gente não pode ser imediatista, pensar só no lucro hoje. Precisamos construir o sistema e ter um equilíbrio para conservar a tecnologia por mais tempo e tirar o máximo daquela tecnologia”, comenta Cassemiro. Também pensando em conservação do solo, ele resolveu implantar uma nova cultura em sua propriedade: a cevada. “Esse é o primeiro ano de cevada, com o objetivo de ter, além da opção de comercialização para o inverno, uma planta de cobertura”, conta.
 

No trabalho do dia a dia, a aplicação das estratégias de manejo é combinada com a fé. “Eu falo que não existe tecnologia sem Deus. A tecnologia é uma ferramenta indispensável, mas se não vier a chuva no tempo certo, se o clima não estiver favorável, não tem tecnologia que resolva”, completa.
 

Tradição cooperativista – “Para mim é muito importante fazer parte da cooperativa Capal. Não só porque uma cooperativa consegue ser mais forte vendendo nossas produções e comprando os insumos, mas também porque estamos diretamente envolvidos na gestão da cooperativa, por meios das diferentes comissões e conselhos. Isso me dá confiança que o trabalho é bem feito e transparente.” (Hendrik Salomons)

Clique aqui para ler o segundo post desta série e conhecer a história de Renato Zambianco Nastaro.

Clique aqui e conheça também a história de Maria Elza Ishizuka, na terceira e última postagem da série.

 






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